Crônicas engraçadas

Olá pessoal! Quanto tempo, não é mesmo?

Estou feliz por poder utilizar novamente o blog nas nossas aulas! Vocês também estão?

Nossa atividade de hoje é a seguinte:

1 – Leia a crônica “Uma surpresa para Daphne”;

2 – Responda às perguntas, formando um pequeno texto: Onde se passa a história? Qual o cenário? Que acontecimento do cotidiano a crônica narra? Como o cronista fez o desfecho, ou seja, como terminou, resolveu o problema/conflito exposto na história?

3 – Pesquisem sobre a vida do autor e escrevam aqui, o que acharem de mais interessante;

4 – Escolham uma outra crônica do autor, escrevam o seu nome  aqui e digam o motivo de terem gostado dela.

Uma surpresa para Daphne

Luís Fernando Veríssimo

Daphne mal podia acreditar nos seus ouvidos. Ou no seu ouvido esquerdo, pois era neste que chegava a voz de Peter Vest-Pocket, através do fone.

- Daphne, você esta ai? Sou eu, Peter.

Quando finalmente conseguiu se refazer da surpresa, a pequena e vivaz Daphne – era assim que a legenda de sua foto como debutante no Tattler a descrevera, anos atrás – esforçou-se para controlar a sua voz.

- Você quer dizer o sujo, tratante, traidor, nojento desprovido de qualquer decência ou caráter, estúpido e deprezivel Peter Vest-Pocket?

- Esse mesmo. É bom saber que você ainda me ama.

- Seu, seu…

- Tente porco.

- Porco!

- Foi por isso que deixei você, Daphne. Você sempre faz o que eu mando. Era como viver com um perdigueiro. Agora acalme-se.

- Porco imundo!

- Está bem. Agora acalme-se. Pergunte por que é que estou telefonando para você depois de dois anos.

- Não me interessa. E foram dois anos, duas semanas e três dias.

- Eu preciso de você, Daphne.

- Peter…

- Preciso mesmo. Eu sei que fui um calhorda, mas não sou orgulhoso. Peço perdão.

- Oh! Peter. Não brinque comigo…

- Daphne você se lembra daquela semana em Teormina?

- Se me lembro.

- Do jasmineiro no pátio do hotel? Das azeitonas com vinho branco à tardinha no café da praça?

- Peter, eu estou começando a chorar.

- E daquela vez em que fomos nadar nus, ao luar, e veio um guarda muito sério pedir nossos documentos, e depois os três começamos a rir e o guarda acabou tirando a roupa também?

- Não. Isso eu não me lembro.

- Bom deve ter sido em outra ocasião. E a pensão em Rapallo, Daphne.

- A pensão! O velho do acordeão que só tocava Torna a Sorriento e Tea for two.

- E a festa de aniversário que nós entramos por engano e eu acabei fazendo a imitação do Maurice Chevalier com laringite.

- Ah, Peter…

- Lembra o pimentão recheado da signora Lumbago, na pensão?

- Posso sentir o gosto agora.

- Qual era mesmo o ingrediente secreto que ela usava, e que só nos revelou depois que nós ameaçamos contar para o marido do caso dela com o garçom?

- Era… Deixa ver. Era manjericão.

- Você tem certeza?

- Tenho. Ah, Peter… Não consigo ficar brava com você.

- Ótimo, Daphne. Precisamos nos ver. Tchau.

- Tchau? TCHAU?! Você disse que precisa de mim, Peter!

- Precisava. Eu estou fazendo aquele pimentão recheado para uma amiga e não me lembrava do ingrediente secreto. Você me ajudou muito, Daphne, e…

- Seu animal! Seu jumento insensível! Seu filho…

- Daphne, eu já pedi desculpas. Você quer que eu me humilhe?

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Sobre Ana Maria Siqueira

Professora de português do Ensino Fundamental e Médio do Colégio Estadual Dom Abel SU
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28 respostas para Crônicas engraçadas

  1. lucas e Cleitomar disse:

    2- Essa istória se passa pelo telefone,junto a casa dos dois,esta cronica narra um acontecimento de traição, aonde o casal se reencontra com sua mulher e acaba a chateando mais ainda,sendo que ele só queria o ingrediente secreto.

    3-Gaúcho que é gaúcho não deixa sua mulher mostrar a bunda para ninguém. Nem em baile de carnaval. Gaúcho que é gaúcho não mostra a sua bunda para ninguém. Só no vestiário, para outros homens, e, assim mesmo, se olhar por mais de trinta segundos sai briga.

    4-Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender

    1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.

    2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

    3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.

    4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

    5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.

    6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

    7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria “reuniões”.

    8. Há uma linha muito tênue entre “hobby” e “doença mental”.

    9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

    10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
    Luís Fernando Veríssimo.LUCAS ANDRÉ.Eu gostei dessa história porque dis de coisas cimples.

  2. micaely e karoline disse:

    1)já lemos
    2)pode si passar em qual quer lugar eles falam por telefone.O cénario e na casa deles uma briga ou decusão.o probema dele foi resouvido mas o dela não.
    3)Luis Fernando Verissimo (Porto Alegre, 26 de setembro de 1936) é um escritor brasileiro. Mais conhecido por suas crônicas e textos de humor, mais precisamente de sátiras de costumes, publicados diariamente em vários jornais brasileiros, Verissimo é também cartunista e tradutor, além de roteirista de televisão, autor de teatro e romancista bissexto.Em 1989, começou a escrever uma página dominical para o jornal O Estado de São Paulo, mantida até hoje, e para a qual criou o grupo de personagens da Família Brasil. No mesmo ano, estreou no Rio de Janeiro seu primeiro texto escrito especialmente para teatro, “Brasileiras e Brasileiros”. E ainda recebeu o Prêmio Direitos Humanos da OAB.Novelas e romances

    * Pega pra Kapput (1978, ed. L± com Moacyr Scliar, Josué Guimarães e Edgar Vasques)
    * O Jardim do Diabo (1987, ed. L&PM)
    * Gula – O Clube dos Anjos (1998, Editora Objetiva, coleção Plenos Pecados
    Crônicas e contos (inéditos)

    * O Popular (1973, ed. José Olympio)
    * A Grande Mulher Nua (1975, ed. José Olympio)
    * Amor Brasileiro (1977, ed. José Olympio)
    * O Rei do Rock (1978, ed. Globo)
    * Ed Mort e Outras Histórias (1979, ed. L&PM)
    * Sexo na Cabeça (1980, ed. L&PM)
    * O Analista de Bagé (1981, ed. L&PM)
    * A Mesa Voadora (1982, ed. Globo)
    4)Crônica do Amor

    Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

    O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

    Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

    Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

    Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

    Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

    Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
    ódio vocês combinam. Então?

    Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

    Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
    menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

    Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
    este cara?

    Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

    É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
    por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

    Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

    Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

    Não funciona assim.

    Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

    Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

    Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.
    Arnaldo Jabor)

    por que gostamos dela:porque ela fala sobre o amor e esplica cada sentimento que podemos sentir quando estamos apaixonados…

  3. Emilio caetano de souza neto disse:

    2.Essa história foi passada pelo telefone e que envolvia a suas casas,essa cronica narra uma traição entre marido e mulher,ela terminol porque ele disse que só queria o ingrediente secreto de uma resseita.

    3Luís Fernando Veríssimo
    Luis Fernando Veríssimo é um escritor, jornalista, humorista e cronista brasileiro, filho do também escritor Érico Veríssimo. É o escritor que mais vende livros no Brasil. [Biografia]

    4Muitas mulheres consideram os homens perfeitamente dispensáveis no mundo, a não ser naquelas profissões reconhecidamente masculinas, como as de costureiro, cozinheiro, cabeleireiro, decorador de interiores e estivador.
    Luís Fernando Veríssimo.Emilio,Eu gostei muito por que fala de mulheres.

  4. Bruno Henrique e Pedro Henrique disse:

    Colégio Estadual Dom Abel S.U
    Goiânia , 03 de Maio de 2011.
    Alunos : Pedro Henrique Lobo Marques
    Bruno Henrique de Paula e Castro
    Professora: Ana Maria Siqueira

    2)Pelo Telefone , na casa deles , do ex-marido com a mulher , o desfecho dele foi muito engraçado e além dele resolver o problema ele arranjou um grande problema.

    3)Luis Fernando Verissimo (Porto Alegre, 26 de setembro de 1936) é um escritor brasileiro. Mais conhecido por suas crônicas e textos de humor, mais precisamente de sátiras de costumes, publicados diariamente em vários jornais brasileiros, Verissimo é também cartunista e tradutor, além de roteirista de televisão, autor de teatro e romancista bissexto. Já foi publicitário e copy desk de jornal. É ainda músico, tendo tocado saxofone em alguns conjuntos. Com mais de 60 títulos publicados, é um dos mais populares escritores brasileiros contemporâneos. É filho do também escritor Erico Verissimo.Eu e meu colega Pedro nem se quer sabiamos que esse grande escritor estava fazendo tanto sucesso no Brasil inteiro e achamos muito interessante das grandes histórias dele. Achamos muitas coisas dele , quer ver ?!

    Oque ele fez :

    * Popularidade nacional
    * Homem de ideias
    * Crônicas e contos (inéditos)
    * Crônicas e contos (antologias e reedições)
    * Novelas e romances
    * Relatos de viagens
    * Cartuns e quadrinhos

    4)Nós escolhemos essa porque achamos ela muito intessantes porque nessa história o Dunbin tinha um apito que chamava mulheres e ninguem acredito e quando chamava só dava bucho.

    O Apito

    Luis Fernando Verissimo

    Tudo o que o Mafra dizia, o Dubin duvidava. Eram inseparáveis, mas viviam brigando. Porque o Mafra contava histórias fantásticas e o Dubin sempre fazia aquela cara de conta outra.

    — Uma vez…

    — Lá vem história.

    — Eu nem comecei e você já está duvidando?

    — Duvidando, não. Não acredito mesmo.

    — Mas eu nem contei ainda!

    — Então conta.

    — Uma vez eu fui a um baile só de pernetas e…

    — Eu não disse? Eu não disse?

    O Mafra às vezes fazia questão de provar as suas histórias para o Dubin.

    — Dubin, eu sou ou não sou pai-de-santo honorário?

    O Dubin relutava, mas confirmava.

    — É.

    Mas em seguida arrematava:

    — Também, aquele terreiro está aceitando até turista argentino…

    Então veio o caso do apito. Um dia, numa roda, assim no mais , o Mafra revelou:

    — Tenho um apito de chamar mulher.

    — O quê?

    — Um apito de chamar mulher.

    Ninguém acreditou. O Dubin chegou a bater com a cabeça na mesa, gemendo:

    — Ai meu Deus! Ai meu Deus!

    — Não quer acreditar, não acredita. Mas tenho.

    — Então mostra.

    — Não está aqui. E aqui não precisa apito. É só dizer “vem cá”.

    O Dubin gesticulava para o céu, apelando por justiça.

    — Um apito de chamar mulher! Só faltava essa!

    Mas aconteceu o seguinte: Mafra e Dubin foram juntos numa viagem (Mafra queria provar ao Dubin que tinha mesmo terras na Amazônia, uma ilha que mudava de lugar conforme as cheias) e o avião caiu em plena selva. Ninguém se pisou, todos sobreviveram e depois de uma semana a frutas e água foram salvos pela FAB. Na volta, cercados pelos amigos, Mafra e Dubin contaram sua aventura. E Mafra, triunfante, pediu para Dubin:

    — Agora conta do meu apito.

    — Conta você — disse Dubin, contrafeito.

    — O apito existia ou não existia?

    — Existia.

    — Conta, conta — pediram os outros.

    — Foi no quarto ou quinto dia. Já sabíamos que ninguém morreria. A FAB já tinha nos localizado. O salvamento era só uma questão de tempo. Então, naquela descontração geral, tirei o meu apito do bolso.

    — O tal de chamar mulher?

    — Exato. Estou mentindo, Dubinzinho?

    — Não — murmurou Dubinzinho.

    — Soprei o apito e pimba.

    — Apareceram mulheres?

    — Coisa de dez minutos. Três mulheres.

    Todos se viraram para o Dubin incrédulos.

    — É verdade?

    — É — concedeu Dubin.

    Fez-se um silêncio de puro espanto. No fim do qual Dubin falou outra vez:

    — Mas também, era cada bucho!

  5. elton disse:

    2 – Responda às perguntas, formando um pequeno texto: Onde se passa a história? Qual o cenário? Que acontecimento do cotidiano a crônica narra? Como o cronista fez o desfecho, ou seja, como terminou, resolveu o problema/conflito exposto na história?

    resposta-a contese no telefone,Teormina,hotel,praça,em uma festa de aniversário,eses e o lugares onde aconteceu

    0 problema dele foi fazer a receita e conseguiu a receita mas ela não conseguiu o grande amor que sonhava

    3 – Pesquisem sobre a vida do autor e escrevam aqui, o que acharem de mais interessante;

    resposta- o autor e Luís Fernando Veríssimo

    Era uma vez… numa terra muito distante…uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima.
    Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico…
    Então, a rã pulou para o seu colo e disse: linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito.
    Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me nesta rã asquerosa.
    Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo.
    A tua mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre…
    Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma:
    - Eu, hein?… nem morta!
    Luís Fernando Veríssimo

    -4 – Escolham uma outra crônica do autor, escrevam o seu nome aqui e digam o motivo de terem gostado dela.

    Varie na amarração do lenço

    Aproveitar seu guarda roupa ao máximo, versatilizar, explorar possibilidades e abusar da criatividade são chaves para ter sucesso de estilo e ainda economizar com isso. Se os acessórios são o truque mais precioso para mudar totalmente a cara de um look, imagina que maravilhoso conseguir transformar um único acessório em vários? Pois esta possibilidade existe no caso dos lenços.

    eu gostei dessa cronica porque fala de de estilo roupa e fala ete de nos no dia a dia

    ate a proxima

  6. Maria Antonia e Karolaine disse:

    2-Através do fone,cada umn enn sua casa,a traição,conn unna biga no telefone

    3-Luis Fernando Verissimo nasceu em 26 de setembro 1936, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Filho do grande escritor Érico Veríssimo, iniciou seus estudos no Instituto Porto Alegre, tendo passado por escolas nos Estados Unidos quando morou lá, em virtude de seu pai ter ido lecionar em uma universidade da Califórnia, por dois anos. Voltou a morar nos EUA quando tinha 16 anos, tendo cursado a Roosevelt High School de Washington, onde também estudou música, sendo até hoje inseparável de seu saxofone.[Nós achannos que ele era unn honnenn nnuito inteligente]

    4-Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender

    1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.

    2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

    3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.

    4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

    5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.

    6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

    7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria “reuniões”.

    8. Há uma linha muito tênue entre “hobby” e “doença mental”.

    9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

    10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
    Luís Fernando Veríssimo
    R-Nós apredennos que nós temos varias manias bobas

  7. Davi, Guilherme, joao lucas disse:

    2 – A historia se passar uma ligacao
    o cenario pssa na casa dos dois pessonagens
    acontece numa pequena ligacao comum,os dois lembram dos tempos passados.
    no final eles lembram daqueles tempos,dephne comeca a chora e o desfecho e que o peter naquela ligacao so queria a receita do pimentao recheado por que ele nao lebrava da receita

    3- Luis Fernando Verissimo (Porto Alegre, 26 de setembro de 1936) é um escritor brasileiro. Mais conhecido por suas crônicas e textos de humor, mais precisamente de sátiras de costumes, publicados diariamente em vários jornais brasileiros, Verissimo é também cartunista e tradutor, além de roteirista de televisão, autor de teatro e romancista bissexto. Já foi publicitário e copy desk de jornal. É ainda músico, tendo tocado saxofone em alguns conjuntos. Com mais de 60 títulos publicados, é um dos mais populares escritores brasileiros contemporâneos. É filho do também escritor Erico Verissimo.

    CRONICA
    4- Uma surpresa para Daphne

    gostei pois ela e engracada tradasse de ex namorados que ligam lembram do passado, e no final ele so liga para lembra a receita do pimentao recheado.

  8. francielle pereira de oliveira disse:

    francielle pereira de oliveira
    1-li a cronica

    2-pelo telefone,na casa de Daphne ,uma briga entre namorados,a cronica terminou que ele nao descupou a sua namorada mas deu os ingredientes que ela queria.

    3-a vida de Luis Fernando Verissimo.

    is Fernando Verissimo nasceu em 26 de setembro 1936, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Filho do grande escritor Érico Veríssimo, iniciou seus estudos no Instituto Porto Alegre, tendo passado por escolas nos Estados Unidos quando morou lá, em virtude de seu pai ter ido lecionar em uma universidade da Califórnia, por dois anos. Voltou a morar nos EUA quando tinha 16 anos, tendo cursado a Roosevelt High School de Washington, onde também estudou música, sendo até hoje inseparável de seu saxofone.

    É casado com Lúcia e tem três filhos.

    Jornalista, iniciou sua carreira no jornal Zero Hora, em Porto Alegre, em fins de 1966, onde começou como copydesk mas trabalhou em diversas seções (“editor de frescuras”, redator, editor nacional e internacional). Além disso, sobreviveu um tempo como tradutor, no Rio de Janeiro. A partir de 1969, passou a escrever matéria assinada, quando substituiu a coluna do Jockyman, na Zero Hora. Em 1970 mudou-se para o jornal Folha da Manhã, mas voltou ao antigo emprego em 1975, e passou a ser publicado no Rio de Janeiro também. O sucesso de sua coluna garantiu o lançamento, naquele ano, do livro “A Grande Mulher Nua”, uma coletânea de seus textos.

    Participou também da televisão, criando quadros para o programa “Planeta dos Homens”, na Rede Globo e, mais recentemente, fornecendo material para a série “Comédias da Vida Privada”, baseada em livro homônimo.

    Escritor prolífero, são de sua autoria, dentre outros, O Popular, A Grande Mulher Nua, Amor Brasileiro, publicados pela José Olympio Editora; As Cobras e Outros Bichos, Pega pra Kapput!, Ed Mort em “Procurando o Silva”, Ed Mort em “Disneyworld Blues”, Ed Mort em “Com a Mão no Milhão”, Ed Mort em “A Conexão Nazista”, Ed Mort em “O Seqüestro do Zagueiro Central”, Ed Mort e Outras Histórias, O Jardim do Diabo, Pai não Entende Nada, Peças Íntimas, O Santinho, Zoeira , Sexo na Cabeça, O Gigolô das Palavras, O Analista de Bagé, A Mão Do Freud, Orgias, As Aventuras da Família Brasil, O Analista de Bagé,O Analista de Bagé em Quadrinhos, Outras do Analista de Bagé, A Velhinha de Taubaté, A Mulher do Silva, O Marido do Doutor Pompeu, publicados pela L&PM Editores, e A Mesa Voadora, pela Editora Globo e Traçando Paris, pela Artes e Ofícios.

    Além disso, tem textos de ficção e crônicas publicadas nas revistas Playboy, Cláudia, Domingo (do Jornal do Brasil), Veja, e nos jornais Zero Hora, Folha de São Paulo, Jornal do Brasil e, a partir de junho de 2.000, no jornal O Globo.

    Na opinião de Jaguar “Verissimo é uma fábrica de fazer humor. Muito e bom. Meu consolo — comparando meu artesanato de chistes e cartuns com sua fábrica — era que, enquanto eu rodo pelaí com minha grande capacidade ociosa pelos bares da vida, na busca insaciável do prazer (B.I.P.), o campeão do humor trabalha como um mouro (se é que os mouros trabalham). Pensava que, com aquela vasta produção, ele só podia levantar os olhos da máquina de escrever para pingar colírio, como dizia o Stanislaw Ponte Preta. Boemia, papos furados pela noite a dentro, curtir restaurantes malocados, lazer em suma, nem pensar. De manhã à noite, sempre com a placa “Homens Trabalhando” pendurada no pescoço.”

    Extremamente tímido, foi homenageado por uma escola de samba de sua terra natal no carnaval de 2.000.

    Por que ele escreve cronicas nao historias.

    4-Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
    Conversa é melhor do que piada.
    Exercício é melhor do que cirurgia.
    Humor é melhor do que rancor.
    Amigos são melhores do que gente influente.
    Economia é melhor do que dívida.
    Pergunta é melhor do que dúvida.
    Sonhar é melhor do que NADA!
    Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
    Conversa é melhor do que piada.
    Exercício é melhor do que cirurgia.
    Humor é melhor do que rancor.
    Amigos são melhores do que gente influente.
    Economia é melhor do que dívida.
    Pergunta é melhor do que dúvida.
    Sonhar é melhor do que NADA!

    por que tem muita rima.

  9. Carlos eduardo e theyckson disse:

    Carlos eduardo e theyckson

    2 Em um telefone,na casa deles, Uma briga entre namorados porque o peter vest pocket ficou feliz porque ele conseguiu a receita mas a Daphne ficou com mais raiva pois ela pensou que eles tinham voltado a namorar

    3
    por que ele tinha mais de 60 títulos publicados, é um dos mais populares escritores brasileiros contemporâneos

    4 porque e bem engraçado. Senhor, dê-me serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar,
    a coragem para mudar as coisas que não posso aceitar
    e a sabedoria para esconder os corpos daquelas pessoas que eu tive que matar por estarem me enchendo o saco.

    Também, me ajude a ser cuidadoso com os calos em que piso hoje, pois
    eles podem estar conectados aos sacos que terei que puxar amanhã.

    Ajude-me, sempre, a dar 100% no meu trabalho…
    - 12% na segunda-feira,
    - 23% na terça-feira,
    - 40% na quarta-feira,
    - 20% na quinta-feira,
    - 5% na sexta-feira.

    E… Ajude-me sempre a lembrar,
    quando estiver tendo um dia realmente ruim e todos parecerem estar me enchendo o saco,
    que são necessários 42 músculos para socar alguém e apenas 4 para estender meu dedo médio e mandá-lo para aquele lugar…

    Que assim seja!!!

    Viva todos os dias de sua vida como se fosse o último.
    Um dia, você acerta.

  10. 2- A conversa passa pelo telefone.
    No jardim do Hotel.
    A crônica narra, um dialago entre Peter e Daphne.A crônica narra a lembrança, de quando eles faziam muitas bagunças.
    Peter fala para Daphne que eles precisam se ver.Daphne fala para Peter, se precisava dele.O Peter falou que precisava da reseita do “Pimentão Recheado”.
    Ai Daphne ficou ximgando Peter.Depois Peter falou se precisava de se umilhiar de novo.

    3-Luis Fernando Veríssimo é um escritor, jornalista, humorista e cronista brasileiro, filho do também escritor Érico Veríssimo. É o escritor que mais vende livros no Brasil.

    Luis Fernando Verissimo nasceu em 26 de setembro de 1936 em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. É o escritor que mais vende livros no Brasil.

    O trabalho do autor também é conhecido na TV, que adaptou para minissérie o livro Comédias da Vida Privada. O programa recebeu o prêmio da crítica como o melhor da TV brasileira.

    Filho do escritor Erico Verissimo e Mafalda Verissimo. De 1943 a 45, Erico morou com a família nos Estados Unidos, onde lecionou na Universidade de Berkeley, na Califórnia.

    Ao retornar ao Brasil, em 1956, começou a trabalhar na editora Globo de Porto Alegre, em 1962 transferiu-se para o Rio de Janeiro onde exerceu as atividades de tradutor e redator de publicações comerciais.

    De volta a Porto Alegre em 1967, Luis Fernando começou a trabalhar como copydesk do jornal Zero Hora e como redator de publicidade.

    Em pouco tempo já mantinha uma coluna diária, que o consagrou por seu estilo humorístico e uma série de cartuns e histórias em quadrinhos. O primeiro livro, \\\”O popular\\\”, de crônicas e cartuns, foi publicado em 1973.

    Atualmente, o autor escreve para os jornais Zero Hora, O Estado de São Paulo e O Globo. Criou personagens As Cobras, cujas tiras de quadrinhos são publicadas em diversos jornais.

    Em 1995, o livro O Analista de Bagé, lançado em 81, chegou à centésima edição. Algumas de suas crônicas foram publicadas nos Estados Unidos e na França em coletâneas de autores brasileiros.
    [Biografia]
    Obras do autor:

    A Mesa Voadora – 1978
    Ed Mort e Outras Histórias – 1979
    Sexo na Cabeça – 1980
    O Analista de Bagé – 1981 (100ª edição em 1995)
    Outras do Analista de Bagé – 1982
    O Analista de Bagé em Quadrinhos – 1983
    Ed Mort Porocurando o Silva – 1985
    Ed Mort em Disneyworld Blues – 1987
    O Jardim do Diabo – 1988
    Ed Mort com a Mão no Milhão – 1988
    Ed Mort em Conexão Nazista – 1989
    Traçando Nova York – 1991
    Traçando Paris – 1992
    O Suicida e o Computador – 1992
    Pai Não Entende Nada – 1993
    Traçando Roma – 1993
    Comédias da Vida Privada – 1994
    Traçando Tóquio – 1995
    Comédias da Vida Pública – 1895
    Comédias da Vida Privada – 1996
    Novas Comédias da Vida Privada – 1996

    4-Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender

    1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.

    2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

    3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.

    4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

    5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.

    6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

    7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria “reuniões”.

    8. Há uma linha muito tênue entre “hobby” e “doença mental”.

    9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

    10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

    Eu escolhi essa crônica, por que fala que ele levou 10 anos para aprender.E isso e verdade se todo mundo aprendese isso em 10 anos o mundo n séria como é.

  11. elton disse:

    FICOU MUITO LEGAL E COLOU

  12. MONIQUE E GERLANE disse:

    2-A historia se passa na casa de daphne.Ocenário se passa um na casa de outro.A briga entre o casal.Ele simplismente fez cada um em seu canto.

    3-Jornalista, iniciou sua carreira no jornal Zero Hora, em Porto Alegre, em fins de 1966, onde começou como copydesk mas trabalhou em diversas seções (“editor de frescuras”, redator, editor nacional e internacional). Além disso, sobreviveu um tempo como tradutor, no Rio de Janeiro. A partir de 1969, passou a escrever matéria assinada, quando substituiu a coluna do Jockyman, na Zero Hora. Em 1970 mudou-se para o jornal Folha da Manhã, mas voltou ao antigo emprego em 1975, e passou a ser publicado no Rio de Janeiro também. O sucesso de sua coluna garantiu o lançamento, naquele ano, do livro “A Grande Mulher Nua”, uma coletânea de seus textos.

    4-Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
    Conversa é melhor do que piada.
    Exercício é melhor do que cirurgia.
    Humor é melhor do que rancor.
    Amigos são melhores do que gente influente.
    Economia é melhor do que dívida.
    Pergunta é melhor do que dúvida.
    Sonhar é melhor do que NADA!
    Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
    Conversa é melhor do que piada.
    Exercício é melhor do que cirurgia.
    Humor é melhor do que rancor.
    Amigos são melhores do que gente influente.
    Economia é melhor do que dívida.
    Pergunta é melhor do que dúvida.
    Sonhar é melhor do que NADA!
    Luís Fernando Veríssimo
    R-TEMOS QUE CURTIR A VIDA

  13. Alanda e Raylane disse:

    1-ja lemos.
    2- eles estavam na casa deles!
    ocenario é de briga,
    ele ligou pra ela pra relenbrar o passado e tentar pegar uma receita.para poder fazer pra sua namorada.
    bem a comversa terminou que ele não queria nada com ela e sim o ingrediente dos pimentões rechesdos.
    3-Nascido e criado em Porto Alegre, Luis Fernando viveu parte de sua infância e adolescência nos Estados Unidos, com a família, em função de compromissos profissionais assumidos por seu pai – professor na Universidade de Berkeley (1943-1945) e diretor cultural da União Pan-americana em Washington (1953-1956). Como consequência disso, cursou parte do primário em San Francisco e Los Angeles, e concluiu o secundário na Roosevelt High School, de Washington.
    Em 1979, publicou seu quinto livro de crônicas, “Ed Mort e Outras Histórias”, o primeiro pela Editora L&PM, com a qual trabalharia durante 20 anos.
    Em 1975, voltou ao jornal Zero Hora, onde permanece até hoje, e passou a escrever semanalmente também no Jornal do Brasil, tornando-se nacionalmente conhecido. Publicou seu segundo livro de crônicas, A Grande Mulher Nua e começou a desenhar a série “As Cobras”, que no mesmo ano já rendeu uma primeira publicação de cartuns.
    Em 1973 lançou, pela Editora José Olympio, seu primeiro livro, O Popular, com o subtítulo “crônicas, ou coisa parecida”, uma coletânea de textos já veiculados na imprensa, o que seria o formato da grande maioria de suas publicações até hoje. O livro de estreia de Verissimo recebeu elogios do importante crítico literário Wilson Martins, em O Estado de São Paulo.
    4-Mas eu desconfio que a única pessoa livre, realmente livre, é a que não tem medo do ridículo.
    nos gostamos por que achamos muito interensante por que as pesso as livres não tem medo dos ridiculos de hoje em dia.

  14. elton disse:

    PARA MICA VC FEIS FEIO ME AVANÇANDO

  15. Jamile Sousa disse:

    2 Eu acho que acomteceu em casa.
    Luis Fernando Verissimo nasceu em 26 de setembro 1936, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Filho do grande escritor Érico Veríssimo, iniciou seus estudos no Instituto Porto Alegre, tendo passado por escolas nos Estados Unidos quando morou lá, em virtude de seu pai ter ido lecionar em uma universidade da Califórnia, por dois anos. Voltou a morar nos EUA quando tinha 16 anos, tendo cursado a Roosevelt High School de Washington, onde também estudou música, sendo até hoje inseparável de seu saxofone.

    4 eu gostei porque e muito interessante e etc…… jamili

  16. vinicius disse:

    2.A historia passa na casa de Daphne o que acontece é que eles acaba descutindo depois de uma ligaçaõ.e um chinga o outro e comesam a lembrar do que eles vivam a alguns anos a tras.Ele fez um casau que se am

  17. bruna eduarda disse:

    2-
    A história se passa no telefone.Não tem cenario algum a cronica é muito parecida com o cotidiano de muitos casais como brigas Ele foi contando o passado dos dois um passado muito bom e alegre e assim ele conseguiu o perdão e o ingredientte secreto que precisava kkk.

    3- Luis Fernando Verissimo nasceu em 26 de setembro 1936, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Filho do grande escritor Érico Veríssimo, iniciou seus estudos no Instituto Porto Alegre, tendo passado por escolas nos Estados Unidos quando morou lá, em virtude de seu pai ter ido lecionar em uma universidade da Califórnia, por dois anos. Voltou a morar nos EUA quando tinha 16 anos, tendo cursado a Roosevelt High School de Washington, onde também estudou música, sendo até hoje inseparável de seu saxofone.

    É casado com Lúcia e tem três filhos.

    4- eu gostei mais dessa mesmo”uma surpresa para dhapne”

    atividade do texto : ”O engano”

    verbos:
    usar, embrulhar, vi sabia,respeitar ,fui

    A- Usar
    eu uso
    tu usas
    ele usara
    nos usamos
    vos usareis
    eles usarão

    usar presente futuro do presente

    embrulhar
    eu embrulho
    tu embrulha
    ele embrulhara
    nos embrulharemos
    vos embrulharais
    eles embrulharão
    modo ind.presente modo subj. presente

    vi
    eu vi
    tu vera
    ele ve
    nos virmos
    vos vireis
    eles virão
    modo ind.preterito imperfeito modo subj.preterito imperfeito

    sabia
    eu sabia
    tu sabes
    ele sabe
    nos sabemos
    vos sabeis
    eles saberão
    modo ind.preterito perfeito modo subj.preterito imperfeito

    respeitar
    eu respeito
    tu respeita
    ele respeitai
    nos respeitaremos
    vos respeitais
    eles respeitarao
    modo ind. preterito perfeito modo sbj.futuro

    fui
    eu fui
    tu foste
    ele foi
    nos fomos
    vos fostes
    eles foram
    modo ind. preterito imperfeito

  18. Matheus disse:

    1 – o jogo bom
    2 – sonhar
    presente voce
    futuro aconteceu
    forma natural pedir
    presente passar
    presente resolvi
    presente mandar
    futuro amanha
    presente sabendo

  19. Alanda & Rayllane disse:

    1- ja acessamos

  20. Guilherme/João Lucas disse:

    embrulhar=infinitivo
    enviar=presente(subjuntivo)
    gostar=infinitvo
    usar=subjuntivo(presente) RESPOSTA DA 2-
    passar=INFINITVO
    comprar=futuro

  21. theyckson disse:

    1 – Pesquise sobre o autor – José Saramago. Descubra alguma coisa interessante na vida dele e escreva aqui;

    José Saramago – filho e neto de camponeses – nasceu na aldeia de Azinhaga, província do Ribatejo, ao sul de Portugal, no dia 16 de novembro de 1922, ainda que os registros oficiais mencionem como data de nascimento o dia 18.
    2 – Escreva a sua opinião sobre o filme. O que achou? Esse filme fez você refletir sobre alguma coisa importante da vida? O quê? Conte-nos.
    eu achei o filme interesante por que os cidadão é muito injusto por que eles trocavas suas coisas por alimentos tocava ate seus corpos
    3 – Leia estas frases selecionadas do filme e reflita. Depois escreva o que você acha que elas significam.

    “A cegueira também é isto, viver num mundo onde se tenha acabado a esperança.”

    “É um velho costume da humanidade, esse de passar ao lado dos mortos e não os ver.”

    a esperança ea vida e a ultima que morre
    como as pessoas não ver e brigavam pela comida

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